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Quanto vale uma boa impressão?
Se o dito popular estiver de fato certo, a primeira impressão é a que fica... Mas, no nosso caso tem que estar perfeita a primeira, a centésima, a enésima. Nosso desafio atual não é apenas aperfeiçoar, direcionar, propiciar ao usuário a experiência de ver seu texto, planilha, projeto, gravura, enfim, o resultado de seu trabalho transferido para o papel da maneira mais fiel e limpa possível.
Nosso enfoque também passa pelo lado humano e racional, ou seja, quem imprime ou copia um documento precisa, e rápido, ter a exata noção de tudo que se consome ali. Produtos recilcados ou não, fibras naturais que jamais serão repostas ou sintéticos criados para preservar o meio ambiente, papel, toner, tinta... Há tanto agregado a um simples botão start que nós, usuários do novo século vamos ter que reaprender, readequar, reutilizar, reeducar.
Essa será a melhor impressão que poderemos causar dentro do nosso escritório, da corporação, do país, do planeta e principalmente dentro de nossa própria consciência.
O consumo consciente não é mais pauta apenas de segmentos específicos mas condição geral de todo o nosso processo evolutivo.
Pense bem antes de apertar aquele botãozinho da próxima vez e tenha a certeza de deixar por onde você passa a melhor impressão possível.
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